terça-feira, 31 de janeiro de 2012

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Os presentes de Adão e Eva

Quando Deus criou Adão e Eva disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor, por favor. Sim? Facilitaria-me a vida substancialmente! Por favor! Por favor! Por favor!
Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, Deus presenteou Adão. Adão ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de xafariz. Acendia fogueirinha e brincava de bombeiro... Deus e Eva contemplavam o homem, louco de felicidade, até que Eva perguntou a Deus:
- E... qual é o outro presente?
Deus respondeu:
- Cérebro Eva, o cérebro é seu.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A revanche das mulheres

Mais um daqueles famosos emails que circulam por aí, mas que vale a pena compartilhar:

CORAÇÃO DE MULHER É IGUAL CIRCO:

Sempre tem lugar para mais um palhaço...

O QUE SE DEVE DAR A UM HOMEM QUE PENSA QUE TEM TUDO?

Uma mulher para ensiná-lo como funciona!

POR QUE OS HOMENS QUEREM CASAR COM VIRGENS ?

Porque eles não suportam críticas!

COMO SE CHAMA UM HOMEM INTERESSANTE NO BRASIL?

Turista.

POR QUE APENAS 10% DOS HOMENS VÃO PARA O CÉU?

Porque se todos fossem, seria o inferno!

QUAL O NOME DA DOENÇA QUE PARALISA AS MULHERES DA CINTURA PRA BAIXO?

Casamento

O QUE ACONTECEU À MULHER QUE CONSEGUIU ENTENDER OS HOMENS?

Ela morreu de tanto rir e não teve tempo de contar a ninguém.

POR QUE É QUE OS HOMENS TÊM A CONSCIÊNCIA LIMPA?

Porque nunca a usam.

POR QUE DEUS CRIOU PRIMEIRO O HOMEM, E DEPOIS A MULHER?

Porque as experiências são feitas primeiro com animais e depois com humanos!

POR QUE OS HOMENS GOSTAM DE MULHERES INTELIGENTES?
Porque os opostos se atraem!

QUAL A DIFERENÇA ENTRE OS HOMENS E AS FRUTAS?

Um dia, as frutas amadurecem.

POR QUE AS PILHAS SÃO MELHORES QUE OS HOMENS?

Porque elas têm pelo menos um lado positivo..

QUAL A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E O CARACOL ?

Ambos se arrastam, tem chifres, e acreditam que a casa é deles!

POR QUE SÃO NECESSÁRIOS MILHÕES DE ESPERMATOZÓIDES PARA FERTILIZAR UM ÚNICO ÓVULO ?

Porque os espermatozóides são masculinos e se negam a perguntar o caminho!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Caio F. Abreu

E se perguntassem o que vem a ser o certo, Gabriela olharia com a cabeça torta como a de um cachorro quando parece não compreender o que se passa. O olhar de repente vidrado de quem tem sede de entender as coisas que acontecem ao redor. Ela não sabia amar, talvez. Então mais um amor havia ido embora, mais um amor havia chegado ao fim. Nessa imensa individualidade onde ninguém podia entristecê-la sempre cresciam espinhos. Espinhos para machucar aqueles que a machucavam, então assim não a tocavam. Não tocava porque o medo da mágoa não deixava que lhe tocassem, ou então havia medo porque não haviam tocado fundo o suficiente para que o medo não existisse. Que triste então estava sendo, mas Gabriela parecia acostumada. Acostumada e fria porque depois de tantas lágrimas, ela finalmente parecia ter secado.

A maquiagem borrada em volta dos olhos tinha sido limpa na noite anterior. Quando Antônio e ela se encontraram; ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado.

Antônio não parecia prestes a dizer nada. Gabriela não diria; se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: “Meu coração tá ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.”

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Aparência

O post de hoje é um alerta para todas as meninas. Hoje me dei conta do quanto deixei de cuidar de mim por causa do meu ex e de como perdi meu tempo acreditando em todas aquelas bobagens que ele dizia.


Quando eu era novinha, era super vaidosa. Gostava de me arrumar, de me maquiar, de estar toda bonita e cheirosa. Não que eu não goste mais de me arrumar, mas, nesse meio tempo, meus valores foram mudando. Toda vez que eu colocava um vestidinho mais arrumado, ou uma maquiagem pra ir a qualquer lugar, o diabo reclamava. Sim, ele dizia que eu estava arrumada demais, que eu não tinha necessidade de estar tão produzida pra ir num churrasco dos amigos. Ele não simplesmente me recriminava, como ficava emburrado, como se eu estivesse fazendo a pior das coisas.

Com o tempo, fui deixando de me arrumar tanto, pra que ele não reclamasse. Afinal, já que ele me preferia ao natural, ia ficar do jeito que ele dizia gostar. Só que as coisas foram mudando. Quando nós começamos, ele era bem gordinho e eu era bem mais magra do que ele. Depois, eu acabei engordando muito por causa disso. Claro que a culpa não é toda dele, mas ele nunca me incentivou a fazer nada por mim, pelo contrário. Ele dizia que nasceu gordo e que ia morrer gordo. Nos últimos anos de namoro, ele começou a querer fazer exercícios e emagrecer. Dizia que eu que tava engordando ele, que eu não me cuidava, que nós íamos acabar morrendo se continuássemos naquele ritmo. Ora, ora, cara pálida, quer dizer que agora que eu me adaptei a você, você quer mudar?

Pois é. Ele não só quis mudar ele mesmo, como não quis mais que eu fizesse parte da vida dele. E eu passei um bom tempo achando que era isso, que ele estava certo e que eu que atrapalhei a vida do pobrezinho. Ai, que raiva de lembrar disso tudo! Então, meninas, não escutem quando eles dizem que nós nos arrumamos demais. Se arrume SIM! Se cuide, mantenha o seu peso sempre normal, faça o cabelo, passe maquiagem. Porque se você for uma mulambenta largada, ele não vai hesitar em dar um pé em você.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Antes do ônibus partir...

“Eu tenho uma porção de coisas pra te dizer, dessas coisas assim que não se dizem costumeiramente, sabe, dessas coisas tão difíceis de serem ditas que geralmente ficam caladas, porque nunca se sabe nem como serão ditas nem como serão ouvidas, compreende?

Existem coisas que a gente ainda não pensou, que a gente talvez nunca pense, eu, por exemplo, nunca pensei que houvesse alguma coisa a dizer além de tudo o que já foi dito, ou melhor pensei sim. Não, pensar propriamente dito não, mas eu sabia.. É verdade que eu sabia que havia uma outra coisa atrás e além das nossas mãos dadas, dos nossos corpos nus, eu dentro de você, e mesmo atrás dos silêncios.

Deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira! É, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, você não cresceria se eu a mantivesse presa num pequeno vaso, eu compreendi a tempo que você precisava de muito espaço.

Eu queria te dizer uma porção de coisas, de uma porção de noites, ou tardes, ou manhãs, não importa a cor, é, a cor, o tempo é só uma questão de cor não é? Por isso não importa, eu queria era te dizer dessas vezes em que eu te deixava e depois saía sozinho, pensando também nas coisas que eu não ia te dizer, porque existem coisas terríveis, eu me perguntava se você era capaz de ouvir, sim, era preciso estar disponível para ouvi-las.

Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas?

Fico só querendo te dizer de como eu te esperava quando a gente marcava qualquer coisa, de como eu olhava o relógio e andava de lá pra cá sem pensar definidamente e nada, mas não, não é isso, eu ainda queria chegar mais perto daquilo que está lá no centro e que um dia destes eu descobri existindo, porque eu nem supunha que existisse. Acho que foi o fato de você partir que me fez descobrir tantas coisas.” 

Caio F. Abreu

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Felicidade Realista

Diz que é do Mario Quintana, mas nunca se sabe.


"A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor.. não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça de que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não
sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade..."

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Lista de desejos femininos

Lista feita aos 22 Anos

Eu quero um homem que...
1. Seja lindo,
2. Encantador,
3. Financeiramente estável,
4. Um bom ouvinte,
5. Divertido,
6. Em boa forma física,
7. Se vista bem,
8. Aprecie as coisas mais finas,
9. Faça muitas surpresas agradáveis,
10. Seja um amante impulsivo, animal, criativo e romântico.

Lista Revisada aos 32 Anos

Eu quero um homem que....
1. Seja bonitinho,
2. Abra a porta do carro
3. Tenha dinheiro suficiente para jantar fora com certa frequência
4. Ouça mais do que fale,
5. Ria das minhas piadas,
6. Carregue as sacolas do mercado com facilidade,
7. Tenha no mínimo uma gravata,
8. Lembre de aniversários e datas especiais,
9. Procure romance uma vez por semana.

Lista Revisada aos 42 Anos

Eu quero um homem que....
1. Não seja muito feio,
2. Espere eu me sentar no carro antes de começar a acelerar,
3. Tenha um emprego fixo
4. Balance a cabeça enquanto eu falo,
5. Esteja em forma ao menos para mudar a mobília de lugar,
6. Use camisetas que cubram sua barriga,
7. Não compre cidra achando que é champagne,
8. Se lembre de abaixar a tampa da privada (já tá bom, né? Esquece o Romance...)

Lista Revisada aos 52 Anos

Eu quero um homem que...
1. Corte os pelos do nariz e das orelhas,
2. Não coce o saco nem cuspa em público,
3. Não sustente as irmãs, nem as filhas do primeiro casamento
4. Não balance a cabeça até dormir enquanto eu estou reclamando,
5. Não conte a mesma piada o tempo todo.

Lista Revisada aos 62 Anos

Eu quero um homem que...
1. Não assuste as crianças pequenas,
2. Ronque bem baixinho quando dorme,
3. Esteja em forma suficiente para ficar de pé sozinho,
4. Use cueca e meias limpas

Lista Revisada aos 72 Anos

Eu quero um homem que...
1. Respire,
2. Lembre onde deixou seus dentes

Lista Revisada aos 88 Anos

Eu quero um homem que...
1. O que é um homem mesmo ???

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Louco



O cara é completamente transtornado. Num primeiro momento, ele é um amor. Trata você com todo o carinho do mundo, é super fofo e prestativo. Ele é bonitinho e você, como não é boba, se interessa. Um gatinho desses a gente não pode deixar escapar, não é mesmo? Ele conversa sempre com você, sobre tudo e sobre nada. Ele gosta das mesmas coisas que você, como há muito tempo não acontecia. Isso começa a encantar um coração que há algum tempo começava a desacreditar do amor.

Ao mesmo tempo, ele tem umas atitudes esquisitas. Ele diz que quer sair com você, mas não parece fazer muito esforço para que isso aconteça. Se ele está namorando, diz que está insatisfeito com o relacionamento. Se está solteiro, reclama que está sozinho e abandonado. A culpa é sempre dos outros, ele nunca assume que erra em nada. Elezinho? É um pobre coitado, vítima da maldade das mulheres, que não o compreendem. O triste disso é que sempre tem mulher atrás dele.

Quando você percebe, está envolvida. Sabe que existem fatos que não "batem" na história que ele conta, mas não se deixa abalar. Espera o dia em que ele marque algo para vocês se verem, mas esse dia não chega. Ele espera que você tome a iniciativa e, quando você o faz, ele parece desistir da ideia. Ok, hoje ele tem que estudar praquela prova dificílima e amanhã ele tem que comprar o remédio da avó, mas você não desiste. Continua insistindo para que esse relacionamento dê certo, já que vocês têm tanto em comum.

Com o tempo, você percebe que já se passaram meses e que ele não moveu um dedo para que o relacionamento sequer aconteça. Aí você começa a se questionar se o problema é com você, começa a se apegar nos mínimos detalhes para tentar entender a cabeça dele. Cara amiga do dedo podre, aprenda: O PROBLEMA ESTÁ NA CABEÇA DELE, NÃO NA SUA.

Existem pessoas tão mal resolvidas e inseguras que têm medo de se jogar ou iniciar qualquer relacionamento. Alguns homens vivem um eterno Complexo de Peter Pan e muitas vezes não iniciam relacionamentos ou se mantêm em namoros já acabados porque possuem medo do novo. São pessoas que infelizmente vão sofrer muito ao longo da vida porque não tem a coragem e o peito aberto de iniciarem uma nova fase. Sim, dói. E sim, eles não saem de cima do muro. Eles querem, mas o medo deles é maior. E sempre vão culpar você, e sempre vão destratar você...por mais que você saiba que a culpa não é sua. E de fato não é. Sim, é dif'ícil sair de um sentimento assim, mas não se prenda tanto só a ele...porque existem milhares de outras pessoas tão ou até mais interessantes do que ele por aí...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mal-me-quer? Bem-me-quer? Não-me-quer!

Parece que a característica master dos homens atualmente é o medo. Sério, ultimamente parece que virou febre os caras gostarem das meninas, se envolverem, serem super fofos e românticos, dizendo o quanto você é especial. Mas na hora de mostrar que eles realmente se importam, eles caem fora, covardemente, deixando a gente sem entender o que fez de errado.

NADA, você não fez nada de errado! Você ligava todos os dias sem ser exagerada, era uma menina super doce e meiga, amiga, companheira. O beijo era bom, o sexo era bom. Tinha tudo pra virar namoro, vocês até completavam as frases um do outro. Só que, de uma hora pra outra, ele chega e diz que não é bem assim, que ele ainda não está pronto pra assumir um compromisso, já que acabou de sair de um relacionamento e não quer se envolver (essa é a desculpa mais esfarrapada do mundo, mas eles ainda usam quando querem dar um pé em alguém).

É, amiga do dedo podre. A liberação feminina, a queima dos sutiãs e a melhor divisão do trabalho parece que tornou os homens frouxos. É triste, mas é uma realidade. Conheço diversos casos de mulheres e meninas que acham que o cara é o melhor do mundo, que vão namorar e viver um amor de cinema, mas num belo dia ele simplesmente foge. Ah, e ainda tem o pior! Quando você toma uma atitude, ele não quer conversar, porque pra ele está cômodo. Ele também não quer te perder, porque você infla o ego dele. Acho que ninguém merece passar por isso. Assim, antes de entrar numa roubada dessas, pare e pense se você merece ser enrolada numa situação que não vai pra frente. Porque homens, amiga, existem aos montes no mundo.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Complementar X Completar

Cheguei à conclusão que os verbos: “complementar” e “completar” fazem toda a diferença numa relação. São eles que irão distinguir as relações em potencial das fracassadas, o que, na verdade é curioso, pois estes dois verbos seriam quase um só se não fosse por um detalhezinho de desinência “men” que os separa em formas tão singulares.


Antes de tudo, devemos tentar analisar o porquê de tanta diferença em apenas três letrinhas.

- Men: Significa “homens” em inglês. Acho que não.

- M E N: “Mulheres Extremamente Necessitadas”. Definitivamente não.

- M E N: “Mais Equilibradas que Nunca”. (Gostei, hein?)

- Men: A-men (?), X-men (?), Super-men (?). Melhor deixar quieto.

Ou talvez possa ser uma mensagem subliminar greco-romana que até hoje ainda não descobrimos. De qualquer forma, alguma coisa tem aí.

Comecemos pelo verbo: completar. Parte-se do pré-suposto que, se algo precisa ser completado, é por que ele não está satisfatoriamente cheio. No seu caso, a partir do momento em que você espera que alguém te complete, já afirma, de cara, que se encontra vazia.

Imagine a seguinte situação. Você está com vontade de comer biscoitos, porém sabe que não serão três nem cinco que irão lhe satisfazer, e sim um pacote inteiro. Vai ao supermercado, pega o pacote do seu biscoito favorito e, de repente, nota que este está apenas cheio até a metade. Com muito esforço você tenta ler aquele asterisco pequenininho na embalagem que ninguém consegue ler: “Edição especial. Você leva a metade e o resto você completa!”

Como assim “completa”? Você está puta da vida porque está frio, você não estava nem um pouco afim de sair de casa, não quis nem colocar o sutiã, não passou maquiagem, seu cabelo está esquisito e as chances de encontrar o seu vizinho gato são altíssimas. Ainda assim, todo o esforço teria sido válido se não fosse pelo detalhe de levar apenas metade do pacote de biscoitos.

A mesma coisa serve para o seu relacionamento (onde, no caso, você seria o pacote esperando alguém chegar para te completar). Se o seu pretendente tivesse lido o seu asterisco de aviso antes, com certeza ele teria pulado fora, não é verdade? Afinal, a responsabilidade de completar alguém acaba virando um peso muito grande, certo?

Agora vamos analisar o ‘complementar’. Acompanhe comigo. Sabe quando você está andando de carro e tem a sensação de que a lua está te seguindo? Você acelera e a lua vai junto, como se ela fizesse questão da sua companhia. Aquilo faz do seu passeio mais agradável, especialmente quando a lua está cheia, te fazendo dar um sorriso, apenas porque é gostoso ter a sensação de que a lua quer vir com a gente.

Agora se, por um acaso, viesse uma nuvem e tampasse a lua e esta parasse de te “seguir”, você não iria chorar, nem entrar em depressão, nem nunca mais andar de carro só porque a lua não te segue mais, entende? Isso porque o complemento é só um acompanhamento, uma adjacência, algo para estar junto e não para suprir. Eis aí a chave da questão!

Ao entender a diferença que o “men” faz, você perceberá que nem sempre a gente tem que estar grudado e dependendo de alguém para ser feliz. É possível ser feliz sozinho (quando digo sozinho significa de bem consigo mesmo e não sozinho isolado numa gruta porque aí realmente é dose). É possível sim. Não precisa chorar, nem espernear, nem arrancar os cabelos. É só que acompanhado é mais gostoso, só isso. Nada demais. Vai ficar tudo bem.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A cereja do bolo

Tem coisa mais gostosa que bolo? Não responda. Bolo de chocolate, de coco, maracujá, baba de moça, de morango com chantilly. Hum, água na boca só de pensar. Mas, na maioria dos casos, bolo é coisa de aniversário. E aí me vem a cabeça aquele ano novo na praia de Copacabana e no bolo que eu levei nesse dia. Note algo estranho: bolo em dia de ano novo? Mas bolo é coisa de aniversário, eu acabei de dizer.

Infelizmente, nem todo bolo é de comer e neste caso é algo que todas nós um dia passou ou vai passar. Aquela situação onde você marca um encontro, se produz toda e nada hora H, nada do sujeito. Soa familiar?

Nesse dia tinha marcado um encontro duplo com uma amiga, o que faria desse bolo, se este fosse comestível, um desses de dois andares com bastante chantilly e baba de moça, bem caprichados.

Encontrei com minha amiga e partimos rumo a Copacabana vestindo branco para paz e rosa para amor (antes tivesse vestido amarelo para dinheiro), cheias de esperança e pensamentos positivos, carregando uma garrafa de champagne cidra debaixo do braço. Lá fomos nós. Já tínhamos programado nossa noite. Antes de meia noite encontraríamos uns amigos e, depois dos fogos, partiríamos para nosso double date..

Por algum motivo desconhecido, ou pela incrível falta de sinal telefônico na praia de Copacabana em dia de ano novo, não encontramos o pessoal. Mas até aí estava tudo bem. Eu e minha amiga tínhamos uma a outra e uma garrafa inteira de cidra. Até porque, em quase 10 anos de amizade, aprendemos a dominar a arte de conviver bem entre si, o que fazia a companhia dela melhor do que de muita gente.

Meia noite. Pulamos ondinha com o pé direito, demos “selinho” para dar sorte no amor, rimos e choramos (talvez pelo efeito da cidra). Mais um ano cheio de expectativas começava. Após os fogos, como o combinado, partimos ao encontro dos nossos pretendentes.

Enquanto nos empenhávamos para atravessar a multidão, fomos surpreendidas por um grupo Hare Krishna cruzando o nosso caminho. Eles estavam tocando um mantra, todos felizes e todos carequinhas com seus colares de flores no pescoço. E por mais que tivéssemos pressa, aquela vibração era extremamente contagiante. Tão contagiante que a cada verso eles cativavam um monte de pessoas. Crianças, mulheres, velhos, religiosos, bêbados. Quando percebi, eu e minha amiga já estávamos os seguindo e cantando o mantra com afinco como se fossemos adeptas da religião desde a infância:

“ Harê Krishna, Harê Krishna

Krishna, Krishna, Harê, Harê

Harê Rãma, Harê Rãma

Rãma, Rãma, Harê, Harê”

Mais tarde descobri que este se trata de um mantra de auto-realização, o que fez todo sentido. Aquela animação toda me fazia tão bem que eu teria ido do Leme ao Pontal seguindo a romaria. Mas como mulher de palavra que sou, deixei os Hare Krishnas no meio do caminho e parti para o local marcado do encontro.

Estava começando a chuviscar, mas eu não tinha percebido isso até então, pois ainda estava meio eufórica com toda a agitação anterior. Euforia que começou a passar a mesma medida em que o tempo de espera começou a crescer. Quase como uma função inversa de primeiro grau.

Ficamos esperando, esperando, chuviscando e esperando. Nem sinal. Não restava mais nada a não ser voltar para casa e, a essa hora, os Hare Krishnas já deviam estar lá no Arpoador. Um bolo não é um bolo que se preze se não tiver uma cereja em cima para deixá-lo bem especial. Eis que esta foi a nossa: “A gente não apareceu porque bateu vontade de fazer xixi, aí voltamos para casa”.

Xixi? Com tanta desculpa melhor, esse foi o máximo que eles conseguiram? Fizesse xixi num bar, na garrafa, segurasse o raio do xixi! Eu não sou uma mulher digna de segurar um xixi? Faça-me o favor!

Eu não fico chateada pelo bolo que levei, esse foi o de menos, até porque, eles nem eram tão bom partido assim. O que me deixa realmente arrependida é ter abandonado os Hare Krishnas no meio do caminho. Sim, pois na hora que viramos as costas ao grupo, acho que fizemos uma grande desfeita a Krishna e adquirimos, assim, um carma para o ano que começava.

Veja bem, por acompanhá-los apenas até a metade, o primeiro semestre do ano foi um primor, maravilhoso, cheio de experiências novas, muitas emoções e felicidade. Da metade do ano para lá... Credo! Acho que foi a pior metade de ano que eu já passei em toda minha vida. E não estou exagerando não. Pergunte para minha amiga. Aconteceu igualzinho com ela. Perrengue atrás de perrengue. Felizmente o ano acabou e o astral finalmente teve pena da gente. Afinal, ano novo, vida nova. Mas se, por um acaso, você encontrar um bando de hare krishnas cruzando o seu caminho, siga na fé que é tiro e queda. Só não vai embora no meio! Vá por mim.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ADP no Facebook

Também estamos no Facebook! Enfrentando alguns problemas técnicos mas assim que conseguirmos atualizar a página, tudo vai ficar bem! Torçam e sigam!

http://www.facebook.com/#!/pages/A-amiga-do-Dedo-Podre/170214879670210?v=wall

Beijo

TPM Mode [ON]

Calma meninas! Não vamos partir pra agressão! Eu sei que às vezes é difícil controlar e quando você se dá conta, acabou de jogar um par do seu salto querido em cima do cara, rezando pra acertar a testa - com sorte, as bolas! 

Mas não faça como nossa amiga mexicana que jogou Tamales no namorado. Deixou de comer e ainda teve que pagar a fiança. Nada de destruir o salto, nada de arrancar os cabelos. Visite-nos e compartilhe sua história.

Amor até a ultima gota.


O amor dele veio num frasco. Hermeticamente armazenado numa garrafa em forma de coração.

No inicio, ela transbordava de tão cheia... E eu me viciei naquela poção.

Bebia como se precisasse daquilo para viver, e depois de um tempo acho que de fato não viveria mais sem ele.

Porém eu fingia não ouvir ao me dizerem: quando acaba a ultima gota do frasco, também acaba o amor.

De tão embriagada acho que suguei mais do que devia.
Eu via o seu coração adoecendo e morrendo por dentro. Sua poção evaporava diante dos meus olhos. E eu tinha sede.

Procurei o seu amor em outros frascos, outras poções, mas não eram a mesma. Nenhuma tinha o mesmo sabor, o mesmo aroma, ou o jeito que formigava quando me tocava a língua.

Tenho sede, mas não posso me saciar. O amor dele já é só um gole por dia, apenas o suficiente para não me deixar ir embora... para eu não morrer de abstinência. No fundo, eu já sinto o amargo que que só chega no fim.

Tenho sede, mas também tenho medo. Pois quando acaba a ultima gota do frasco, também acaba o amor.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Espírito de porco é pinto

Pior que ser espírito de porco é ser pobre de espírito. Sim, porque tem espírito pra tudo, vamos combinar. Uma pessoa com 'espírito de porco' é uma pessoa ranzinza cujo prazer encontra-se em complicar situações ou em causar constrangimentos. Esse a gente já está careca de conhecer. Não muito longe dessa categoria e tão irritante quanto, encontramos uma ramificação: a categoria dos ‘pobre de espírito’. Aqui temos aquele camarada oco, sem futuro, sem aspirações na vida, que não vai te acrescentar nada, ou pior, pode inclusive te meter numa furada. Enfim, um zero a esquerda, conhece? Só não confunda com ser economicamente pobre. Aí já é outra história.

Tive um namorado que era assim e por mais que eu quisesse melhorá-lo aquele era um caso perdido. Eu sempre fui uma garota inteligente, tirava boas notas, nunca fui rica, mas sempre convivi no meio de pessoas antenadas, alternativas e bem artísticas o que com certeza é uma injeção cultural na vida de uma pessoa. Sempre sonhei em me formar e ser alguém na vida. Sempre quis ter uma família, filhos e um cachorro. Nunca sonhei em ser dona de casa. Note a diferença.

Acho que sou fruto da geração do “faça você mesmo”, do “não dependa do seu marido”, da cozinha americana, da mulher independente e nada dessa história de avental e panquecas (a não ser que seja por hobby). Não, não vou tirar o sutiã e queimar o coitado. Meu feminismo não chega a esse ponto e, além do mais, gosto bastante dos meus sutiãs para fazer tal coisa.

Tudo isso é apenas pra dizer o seguinte: por mais valorosos e racionais que sejam os princípios, estes sempre vão para o brejo quando nos encantamos por um belo par de ombros largos. Pois bem, o fulano era do tipo cujo maior interesse era a academia e quantos centímetros o seu braço “crescia” por semana. Desses que tudo é um pretexto para tirar a camisa e andar por aí desfilando seus músculos. A faculdade ele largou. O trabalho era daquele meio sem futuro só porque os pais dele já estavam pegando no pé. Eu sinceramente não sei onde devia estar com a cabeça quando me joguei nessa relação. Vai ver é isso: me joguei foi com a cabeça mesmo e a pancada de tão forte me impediu o raciocínio. Numa relação dessas vale a lei do mais fundo. Ao invés de você influenciar o parceiro a crescer e ser alguém na vida, quem está por baixo é que te influencia e te leva pro fundo do buraco junto com ele. Dito e feito.

Os sintomas são simples. Logo você vai começar a pensar pequeno, a se contentar com pouco, vai deixar a faculdade meio de lado e contanto que vocês tenham um cantinho pra morar (o ninho do amor) com um lugar para fazer churrasco no domingo (ele adora churrasco), então tá bom. Mais um pouquinho você vai estar em casa fazendo um almoço gostoso, e passando as cuecas dele (por livre e espontânea vontade) enquanto ele vai jogar bola e tomar uma cerveja com os amigos. É quase tão alegre quanto brincar de casinha.

Às vezes ele reclama por que você está bonita e arrumada demais para sair com ele. E você acha bonitinho o ciúme. Com o tempo ele começa a ficar meio careca e levemente barrigudo. E fazer a barba para quê se é muito chato?

Já você vai estar em casa no sábado, passando, cozinhando e cuidando das crianças enquanto ele só vai chegar em casa às 4 da manhã cheirando a álcool. Nas conversas com sua família nos almoços de domingo ele não sabe falar sobre nada que seja mais interessante que futebol. E você?! Você já nem sabe mais qual foi a última vez que leu um bom livro. Suas expectativas beiram o zero e é triste dizer: seu espírito também empobreceu.

Calma, isso tudo não aconteceu comigo. Mas poderia ter acontecido se eu não pulasse fora antes que fosse tarde demais. E nesse caso vale o ditado “antes tarde do que nunca”.

Têm coisas que simplesmente não mudam. A conversa dele continua igualmente desinteressante. E até hoje ele ainda bate na minha porta às 4 da manhã cheirando a álcool e me pedindo para voltar. Talvez seja porque ele percebeu que eu sou bonita demais para sair com ele. E, enquanto isso, a mulher dele está em casa no sábado. Passando, cozinhando, cuidando das crianças...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Uma frase para refletir

"Só mulher burra gosta de ouvir que é inteligente. As inteligentes gostam de ouvir que são bonitas."

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Exótica é a mãe

De todos os elogios o que eu menos gosto é o ‘exótico’. “Nossa, você é tão... exótica”. Isso me mata. É quase tão ruim quanto ‘bonitinho’, que é aquela pessoa que não atingiu o grau esperado de beleza e que ta mais para um feio com estilo. Um ‘bonitinho’ vale mais como uma recompensa pelo esforço da pessoa em fazer bonito.

O mesmo vale para o ‘exótico’. Para mim, uma pessoa exótica é aquela que não chega a ser bonita, mas também não é horrorosa, tem um quê de estranheza e, de certo modo, interessante. Ou seja, esquisita, porém pegável.

O exótico pode até ser visto de uma forma diferente lá na Europa. Para eles ser exótico é ser legal. Mas entrou no território brasileiro, o buraco é mais embaixo. Ficaria arrasada se alguém viesse com um papo desses pro meu lado. Oi? Por um acaso eu tenho um olho na testa? Exótico é o linguado que tem os 2 olhos num lado só, coitado!

Imagine como seria estranho se por acaso resolvêssemos sair por aí soltando todos nossos adjetivos indiscriminadamente de acordo com a nossa vontade. “Se foi bom para mim?! Olha, eu diria: comedido, sóbrio, regular convenientemente... O que significa que não foi ruim, mas também não foi lá essas coisas, e muito menos ‘grande’. E aquilo lá, caso você não tenha percebido, se chama fingir, otário!”

Imagine a quantidade de pessoas frustradas que iria ter por aí. Para quê arriscar? Têm horas que um simples “está linda” e “foi ótimo” já dava pro gasto, não é mesmo?

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Sofridinhos

Quem você está tentando enganar? Você não acredita realmente nessa palhaçada, né? Te enrola, termina com você uma vez ou outra, dá uma escapada em alguns finais de semana e de certa forma, a culpa é sempre sua. Ele conseguiu fazer você acreditar que ele é bom demais pra você e sendo assim, tudo que você faz já é errado. E o que ele faz, sempre certo.

Vive um relacionamento de status, o compromisso só existe mesmo nas páginas de redes sociais. Assim ela não fica sozinha e ele não deixa de fazer o que quer. Um sobre o outro, como amar sua muleta. Os dois concordam em sobreviver infelizes juntos só porque a situação é cômoda demais pra um e assustadora demais pro outro.

Será mesmo que fazer questão de estar com alguém é estar de verdade com essa pessoa? E sobre a mudança de conduta, claro que existe, mas não significa que vai ser com você. Geralmente as pessoas só enxergam quando encontram alguém que as trate com o mesmo desrespeito. E aí se apaixona e sofre. Porque aqui se faz, aqui se paga, amigo não tem jeito!

E nem adianta mudar de postura agora, se fazer de difícil, dar um gelo, não atender as ligações de vez em quando. Isso pode até funcionar por uns tempos, mas será apenas um paliativo. Por que quem gosta vai acabar dando o braço a torcer. Isso se funcionar, já que muitas vezes a pessoa tem até medo de se afastar e o outro gostar ou simplesmente não ligar.

E aí vem aquela famosa pergunta: “Mas o que posso fazer se eu amo?”. Ok, você ama, claro que precisamos respeitar o sentimento, mas no fundo não dói no seu coração se achar trouxa? Eu sei que é difícil desapegar de alguém, principalmente quando a gente não tem certeza do que quer. E se eu sofrer demais? E se ninguém aparecer? Mas por outro lado, e se você descobrir a felicidade sozinho? E se for bem tratado por alguém? E se parar de apenas sobreviver e começar a viver de verdade ao lado de outra pessoa? Antes eu sentia pena dessas pessoas que vivem nessa situação tão chata, mas hoje em dia não tenho mais. Olhe o século em que estamos! Não somos obrigados a estar com ninguém. Não precisamos passar a vida toda engolindo sapos e sonhando com dias melhores.

Concordo que o destino tem sim grande importância no rumo de nossas vidas, mas os caminhos somos nós que trilhamos. E se você não der o primeiro passo e continuar aí sentado no meio do nada, nunca vai saber pra onde ir. E pior do escolher o caminho mais tortuoso é não escolher caminho algum.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Que fazer?

"Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr-do-sol, postal, mais ninguém"

É, amigas que compartilham do mesmo dedo podre que o meu...a coisa tá preta. Eu realmente não sei o que pensar da minha história. O cara não sabe o que quer. Se eu sou fofa, ele reclama. Se eu sou escrota, ele reclama. Se eu não dou a mínima, eu tô estranha. Sendo que uma hora diz que não me considera nada dele e, no dia seguinte, diz que me considera amiga.

Mas raciocinem comigo: quem não te considera nada, pensa em mandar mensagem pra você? Não, né? Ahhh, tá! Então a história não é bem essa. O problema todo é que a pessoa é louca e acaba me envolvendo na loucura. Estou tentando não pensar, estou pensando em não querer...em acabar com tudo isso que, na verdade, nunca existiu. Ele é o meu eterno quase-caso...e eu tô meio de saco cheio de viver no quase, embora ainda não tenha conseguido me desligar.

Minhas amigas falam: deleta ele, não fala mais com ele. Mas sinceramente, acho isso desnecessário. A única coisa que eu queria era fazer com que ele agisse direito comigo e me tratasse como uma amiga...sem que a gente brigue toda semana e sem que a gente tenha DR como se fôssemos namorados, o que obviamente nós não somos. Agora...se ele quer, por que diabos não faz acontecer? São questões que eu nunca vou entender. O triste disso é que vai chegar uma hora que eu vou acabar enjoando. Não sei como eu aturo isso até hoje...

Se bem que, apesar de gostar dele, também não sou boba, né? De vez em quando aparece um peguetezinho pra apimentar a vida porque eu também não sou de ferro...e enquanto ele não se decide, quem sabe não aparece uma pessoa que torne o meu mundo especial novamente...?