segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Lista de desejos femininos

Lista feita aos 22 Anos

Eu quero um homem que...
1. Seja lindo,
2. Encantador,
3. Financeiramente estável,
4. Um bom ouvinte,
5. Divertido,
6. Em boa forma física,
7. Se vista bem,
8. Aprecie as coisas mais finas,
9. Faça muitas surpresas agradáveis,
10. Seja um amante impulsivo, animal, criativo e romântico.

Lista Revisada aos 32 Anos

Eu quero um homem que....
1. Seja bonitinho,
2. Abra a porta do carro
3. Tenha dinheiro suficiente para jantar fora com certa frequência
4. Ouça mais do que fale,
5. Ria das minhas piadas,
6. Carregue as sacolas do mercado com facilidade,
7. Tenha no mínimo uma gravata,
8. Lembre de aniversários e datas especiais,
9. Procure romance uma vez por semana.

Lista Revisada aos 42 Anos

Eu quero um homem que....
1. Não seja muito feio,
2. Espere eu me sentar no carro antes de começar a acelerar,
3. Tenha um emprego fixo
4. Balance a cabeça enquanto eu falo,
5. Esteja em forma ao menos para mudar a mobília de lugar,
6. Use camisetas que cubram sua barriga,
7. Não compre cidra achando que é champagne,
8. Se lembre de abaixar a tampa da privada (já tá bom, né? Esquece o Romance...)

Lista Revisada aos 52 Anos

Eu quero um homem que...
1. Corte os pelos do nariz e das orelhas,
2. Não coce o saco nem cuspa em público,
3. Não sustente as irmãs, nem as filhas do primeiro casamento
4. Não balance a cabeça até dormir enquanto eu estou reclamando,
5. Não conte a mesma piada o tempo todo.

Lista Revisada aos 62 Anos

Eu quero um homem que...
1. Não assuste as crianças pequenas,
2. Ronque bem baixinho quando dorme,
3. Esteja em forma suficiente para ficar de pé sozinho,
4. Use cueca e meias limpas

Lista Revisada aos 72 Anos

Eu quero um homem que...
1. Respire,
2. Lembre onde deixou seus dentes

Lista Revisada aos 88 Anos

Eu quero um homem que...
1. O que é um homem mesmo ???

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O Louco



O cara é completamente transtornado. Num primeiro momento, ele é um amor. Trata você com todo o carinho do mundo, é super fofo e prestativo. Ele é bonitinho e você, como não é boba, se interessa. Um gatinho desses a gente não pode deixar escapar, não é mesmo? Ele conversa sempre com você, sobre tudo e sobre nada. Ele gosta das mesmas coisas que você, como há muito tempo não acontecia. Isso começa a encantar um coração que há algum tempo começava a desacreditar do amor.

Ao mesmo tempo, ele tem umas atitudes esquisitas. Ele diz que quer sair com você, mas não parece fazer muito esforço para que isso aconteça. Se ele está namorando, diz que está insatisfeito com o relacionamento. Se está solteiro, reclama que está sozinho e abandonado. A culpa é sempre dos outros, ele nunca assume que erra em nada. Elezinho? É um pobre coitado, vítima da maldade das mulheres, que não o compreendem. O triste disso é que sempre tem mulher atrás dele.

Quando você percebe, está envolvida. Sabe que existem fatos que não "batem" na história que ele conta, mas não se deixa abalar. Espera o dia em que ele marque algo para vocês se verem, mas esse dia não chega. Ele espera que você tome a iniciativa e, quando você o faz, ele parece desistir da ideia. Ok, hoje ele tem que estudar praquela prova dificílima e amanhã ele tem que comprar o remédio da avó, mas você não desiste. Continua insistindo para que esse relacionamento dê certo, já que vocês têm tanto em comum.

Com o tempo, você percebe que já se passaram meses e que ele não moveu um dedo para que o relacionamento sequer aconteça. Aí você começa a se questionar se o problema é com você, começa a se apegar nos mínimos detalhes para tentar entender a cabeça dele. Cara amiga do dedo podre, aprenda: O PROBLEMA ESTÁ NA CABEÇA DELE, NÃO NA SUA.

Existem pessoas tão mal resolvidas e inseguras que têm medo de se jogar ou iniciar qualquer relacionamento. Alguns homens vivem um eterno Complexo de Peter Pan e muitas vezes não iniciam relacionamentos ou se mantêm em namoros já acabados porque possuem medo do novo. São pessoas que infelizmente vão sofrer muito ao longo da vida porque não tem a coragem e o peito aberto de iniciarem uma nova fase. Sim, dói. E sim, eles não saem de cima do muro. Eles querem, mas o medo deles é maior. E sempre vão culpar você, e sempre vão destratar você...por mais que você saiba que a culpa não é sua. E de fato não é. Sim, é dif'ícil sair de um sentimento assim, mas não se prenda tanto só a ele...porque existem milhares de outras pessoas tão ou até mais interessantes do que ele por aí...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mal-me-quer? Bem-me-quer? Não-me-quer!

Parece que a característica master dos homens atualmente é o medo. Sério, ultimamente parece que virou febre os caras gostarem das meninas, se envolverem, serem super fofos e românticos, dizendo o quanto você é especial. Mas na hora de mostrar que eles realmente se importam, eles caem fora, covardemente, deixando a gente sem entender o que fez de errado.

NADA, você não fez nada de errado! Você ligava todos os dias sem ser exagerada, era uma menina super doce e meiga, amiga, companheira. O beijo era bom, o sexo era bom. Tinha tudo pra virar namoro, vocês até completavam as frases um do outro. Só que, de uma hora pra outra, ele chega e diz que não é bem assim, que ele ainda não está pronto pra assumir um compromisso, já que acabou de sair de um relacionamento e não quer se envolver (essa é a desculpa mais esfarrapada do mundo, mas eles ainda usam quando querem dar um pé em alguém).

É, amiga do dedo podre. A liberação feminina, a queima dos sutiãs e a melhor divisão do trabalho parece que tornou os homens frouxos. É triste, mas é uma realidade. Conheço diversos casos de mulheres e meninas que acham que o cara é o melhor do mundo, que vão namorar e viver um amor de cinema, mas num belo dia ele simplesmente foge. Ah, e ainda tem o pior! Quando você toma uma atitude, ele não quer conversar, porque pra ele está cômodo. Ele também não quer te perder, porque você infla o ego dele. Acho que ninguém merece passar por isso. Assim, antes de entrar numa roubada dessas, pare e pense se você merece ser enrolada numa situação que não vai pra frente. Porque homens, amiga, existem aos montes no mundo.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Complementar X Completar

Cheguei à conclusão que os verbos: “complementar” e “completar” fazem toda a diferença numa relação. São eles que irão distinguir as relações em potencial das fracassadas, o que, na verdade é curioso, pois estes dois verbos seriam quase um só se não fosse por um detalhezinho de desinência “men” que os separa em formas tão singulares.


Antes de tudo, devemos tentar analisar o porquê de tanta diferença em apenas três letrinhas.

- Men: Significa “homens” em inglês. Acho que não.

- M E N: “Mulheres Extremamente Necessitadas”. Definitivamente não.

- M E N: “Mais Equilibradas que Nunca”. (Gostei, hein?)

- Men: A-men (?), X-men (?), Super-men (?). Melhor deixar quieto.

Ou talvez possa ser uma mensagem subliminar greco-romana que até hoje ainda não descobrimos. De qualquer forma, alguma coisa tem aí.

Comecemos pelo verbo: completar. Parte-se do pré-suposto que, se algo precisa ser completado, é por que ele não está satisfatoriamente cheio. No seu caso, a partir do momento em que você espera que alguém te complete, já afirma, de cara, que se encontra vazia.

Imagine a seguinte situação. Você está com vontade de comer biscoitos, porém sabe que não serão três nem cinco que irão lhe satisfazer, e sim um pacote inteiro. Vai ao supermercado, pega o pacote do seu biscoito favorito e, de repente, nota que este está apenas cheio até a metade. Com muito esforço você tenta ler aquele asterisco pequenininho na embalagem que ninguém consegue ler: “Edição especial. Você leva a metade e o resto você completa!”

Como assim “completa”? Você está puta da vida porque está frio, você não estava nem um pouco afim de sair de casa, não quis nem colocar o sutiã, não passou maquiagem, seu cabelo está esquisito e as chances de encontrar o seu vizinho gato são altíssimas. Ainda assim, todo o esforço teria sido válido se não fosse pelo detalhe de levar apenas metade do pacote de biscoitos.

A mesma coisa serve para o seu relacionamento (onde, no caso, você seria o pacote esperando alguém chegar para te completar). Se o seu pretendente tivesse lido o seu asterisco de aviso antes, com certeza ele teria pulado fora, não é verdade? Afinal, a responsabilidade de completar alguém acaba virando um peso muito grande, certo?

Agora vamos analisar o ‘complementar’. Acompanhe comigo. Sabe quando você está andando de carro e tem a sensação de que a lua está te seguindo? Você acelera e a lua vai junto, como se ela fizesse questão da sua companhia. Aquilo faz do seu passeio mais agradável, especialmente quando a lua está cheia, te fazendo dar um sorriso, apenas porque é gostoso ter a sensação de que a lua quer vir com a gente.

Agora se, por um acaso, viesse uma nuvem e tampasse a lua e esta parasse de te “seguir”, você não iria chorar, nem entrar em depressão, nem nunca mais andar de carro só porque a lua não te segue mais, entende? Isso porque o complemento é só um acompanhamento, uma adjacência, algo para estar junto e não para suprir. Eis aí a chave da questão!

Ao entender a diferença que o “men” faz, você perceberá que nem sempre a gente tem que estar grudado e dependendo de alguém para ser feliz. É possível ser feliz sozinho (quando digo sozinho significa de bem consigo mesmo e não sozinho isolado numa gruta porque aí realmente é dose). É possível sim. Não precisa chorar, nem espernear, nem arrancar os cabelos. É só que acompanhado é mais gostoso, só isso. Nada demais. Vai ficar tudo bem.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

A cereja do bolo

Tem coisa mais gostosa que bolo? Não responda. Bolo de chocolate, de coco, maracujá, baba de moça, de morango com chantilly. Hum, água na boca só de pensar. Mas, na maioria dos casos, bolo é coisa de aniversário. E aí me vem a cabeça aquele ano novo na praia de Copacabana e no bolo que eu levei nesse dia. Note algo estranho: bolo em dia de ano novo? Mas bolo é coisa de aniversário, eu acabei de dizer.

Infelizmente, nem todo bolo é de comer e neste caso é algo que todas nós um dia passou ou vai passar. Aquela situação onde você marca um encontro, se produz toda e nada hora H, nada do sujeito. Soa familiar?

Nesse dia tinha marcado um encontro duplo com uma amiga, o que faria desse bolo, se este fosse comestível, um desses de dois andares com bastante chantilly e baba de moça, bem caprichados.

Encontrei com minha amiga e partimos rumo a Copacabana vestindo branco para paz e rosa para amor (antes tivesse vestido amarelo para dinheiro), cheias de esperança e pensamentos positivos, carregando uma garrafa de champagne cidra debaixo do braço. Lá fomos nós. Já tínhamos programado nossa noite. Antes de meia noite encontraríamos uns amigos e, depois dos fogos, partiríamos para nosso double date..

Por algum motivo desconhecido, ou pela incrível falta de sinal telefônico na praia de Copacabana em dia de ano novo, não encontramos o pessoal. Mas até aí estava tudo bem. Eu e minha amiga tínhamos uma a outra e uma garrafa inteira de cidra. Até porque, em quase 10 anos de amizade, aprendemos a dominar a arte de conviver bem entre si, o que fazia a companhia dela melhor do que de muita gente.

Meia noite. Pulamos ondinha com o pé direito, demos “selinho” para dar sorte no amor, rimos e choramos (talvez pelo efeito da cidra). Mais um ano cheio de expectativas começava. Após os fogos, como o combinado, partimos ao encontro dos nossos pretendentes.

Enquanto nos empenhávamos para atravessar a multidão, fomos surpreendidas por um grupo Hare Krishna cruzando o nosso caminho. Eles estavam tocando um mantra, todos felizes e todos carequinhas com seus colares de flores no pescoço. E por mais que tivéssemos pressa, aquela vibração era extremamente contagiante. Tão contagiante que a cada verso eles cativavam um monte de pessoas. Crianças, mulheres, velhos, religiosos, bêbados. Quando percebi, eu e minha amiga já estávamos os seguindo e cantando o mantra com afinco como se fossemos adeptas da religião desde a infância:

“ Harê Krishna, Harê Krishna

Krishna, Krishna, Harê, Harê

Harê Rãma, Harê Rãma

Rãma, Rãma, Harê, Harê”

Mais tarde descobri que este se trata de um mantra de auto-realização, o que fez todo sentido. Aquela animação toda me fazia tão bem que eu teria ido do Leme ao Pontal seguindo a romaria. Mas como mulher de palavra que sou, deixei os Hare Krishnas no meio do caminho e parti para o local marcado do encontro.

Estava começando a chuviscar, mas eu não tinha percebido isso até então, pois ainda estava meio eufórica com toda a agitação anterior. Euforia que começou a passar a mesma medida em que o tempo de espera começou a crescer. Quase como uma função inversa de primeiro grau.

Ficamos esperando, esperando, chuviscando e esperando. Nem sinal. Não restava mais nada a não ser voltar para casa e, a essa hora, os Hare Krishnas já deviam estar lá no Arpoador. Um bolo não é um bolo que se preze se não tiver uma cereja em cima para deixá-lo bem especial. Eis que esta foi a nossa: “A gente não apareceu porque bateu vontade de fazer xixi, aí voltamos para casa”.

Xixi? Com tanta desculpa melhor, esse foi o máximo que eles conseguiram? Fizesse xixi num bar, na garrafa, segurasse o raio do xixi! Eu não sou uma mulher digna de segurar um xixi? Faça-me o favor!

Eu não fico chateada pelo bolo que levei, esse foi o de menos, até porque, eles nem eram tão bom partido assim. O que me deixa realmente arrependida é ter abandonado os Hare Krishnas no meio do caminho. Sim, pois na hora que viramos as costas ao grupo, acho que fizemos uma grande desfeita a Krishna e adquirimos, assim, um carma para o ano que começava.

Veja bem, por acompanhá-los apenas até a metade, o primeiro semestre do ano foi um primor, maravilhoso, cheio de experiências novas, muitas emoções e felicidade. Da metade do ano para lá... Credo! Acho que foi a pior metade de ano que eu já passei em toda minha vida. E não estou exagerando não. Pergunte para minha amiga. Aconteceu igualzinho com ela. Perrengue atrás de perrengue. Felizmente o ano acabou e o astral finalmente teve pena da gente. Afinal, ano novo, vida nova. Mas se, por um acaso, você encontrar um bando de hare krishnas cruzando o seu caminho, siga na fé que é tiro e queda. Só não vai embora no meio! Vá por mim.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

ADP no Facebook

Também estamos no Facebook! Enfrentando alguns problemas técnicos mas assim que conseguirmos atualizar a página, tudo vai ficar bem! Torçam e sigam!

http://www.facebook.com/#!/pages/A-amiga-do-Dedo-Podre/170214879670210?v=wall

Beijo

TPM Mode [ON]

Calma meninas! Não vamos partir pra agressão! Eu sei que às vezes é difícil controlar e quando você se dá conta, acabou de jogar um par do seu salto querido em cima do cara, rezando pra acertar a testa - com sorte, as bolas! 

Mas não faça como nossa amiga mexicana que jogou Tamales no namorado. Deixou de comer e ainda teve que pagar a fiança. Nada de destruir o salto, nada de arrancar os cabelos. Visite-nos e compartilhe sua história.